18.05.2016

popchoco

Eu não sei vocês, mas com tudo que tem acontecido, somado ao friozinho gostoso que anda fazendo por aqui, eu só tenho vontade de ficar embaixo das cobertas vendo uma série nas minhas horas vagas. Tem sido meu ritual de restauração. Acho que as vezes a gente precisa dar um tempo de tudo para recuperar nossas forças. E uma pipoquinha ajuda né? Por isso eu andei pesquisando receitas de pipoca doce para comer a noite vendo pretty little liars

Depois de pesquisar muito eu achei essa receitinha mara que tem sido minha companheira de todas as noites. Bem docinha e prática, ela se destacou para mim por sempre dar certo, ao contrário de outras que eu tinha testado. Infelizmente não consigo achar mais os site onde achei, então vou compartilhar por aqui para outras pessoas terem acesso também.

você vai precisar de

  • 5 colheres de sopa de milho para pipoca
  • 5 colheres de sopa de açúcar
  • 5 colheres de sopa de óleo
  • 5 colheres de sopa de água
  • 2 colheres e meia de chocolate em pó
  1. O processo todo é bem simples. basta adicionar todos os ingredientes em uma panela média e levar ao fogo. Eu recomendo uma panela antiaderente e o fogo médio.
  2. Você vai perceber que a mistura começa a borbulhar, e eu recomendo dar uma leve mexida na panela, para misturar bem todos os grãos.
  3. Quando estourar o primeiro milho, tampe e espere até que o intervalo entre os estouros ultrapasse 3segundos.
  4. depois disso é só desligar o fogo e colocar em uma bacia.
  5. Espere esfriar. Ela ficará murcha enquanto estiver bem quente, mas ao esfriar ficará caramelizada e super crocante.

O segredo dessa receita é manter a mesma proporção do milho, açúcar, água e óleo para metade de chocolate. Com isso você pode duplicar a receita e ter muito mais pipoca! 🙂

Rendimento: aproximadamente uma bacia média.


arquivado em


ondas


11.05.2016

jessescritorio

Voltando a falar de casa (o assunto que está movendo o meu ano), hoje eu vim comentar do segundo projeto que a gente conseguiu fechar: o nosso escritório! Não sabemos ainda se ele será separado ou junto, mas elaboramos um projeto onde ambos espaços se interligam, bem diferente de como era no antigo apê63b (onde cada um tinha um estilo). Achamos isso importante porque realmente queríamos ver uma coerência na casa como um todo, por isso mantivemos a base preto/branco e chegamos a um consenso entre uma mescla de um estilo mais conservador e moderno, tentando equilibrar isso em todos os espaços.

Decidi dividir o post em dois para mostrar o meu lado e o dele. Ambos se interligam bem, mas tem suas particularidades do estilo mais pessoal de cada um. E hoje eu vou falar do meu, onde reina o domínio do branco e onde pretendo decorar a parede com algo geométrico (tipo bolinhas, ou triângulos, ainda não sei). simbora?


arquivado em


ondas


9.05.2016

mommy

Sempre tive muitos atritos com minha mãe. Ela sagitariana com ascendente em aquário, eu canceriana com lua em touro, não é de se espantar que a vida toda sempre vi nela uma pessoa muito diferente do que eu era/ou queria ser. Ela aventureira, desprendida e sempre muito altruísta, queria levar a gente para cada aventura, desbravar uma floresta, ficar horas jogando bola… Botava todo mundo pra trabalhar “não tem essa de ser homem não, aqui todo mundo faz as coisas”. “eu não dependo de homem nenhum, se quiser eu vou lá e faço!”, e outras pérolas inesquecíveis que permearam a minha criação. Nunca nos esquecemos da vez que estávamos sentado na mesa e ela perguntou: “qual é aquela ideia que todo mundo deve ter direito as coisas de forma igual?”, e a gente respondeu em tom de graça: “o comunismo mãe?” (…) ” é isso mesmo! Então é isso que eu acredito!”.  A gente riu, mas com aquele tom de seriedade.

Minha mãe é assim. Uma pessoa que não pensa muito, mas faz. Sua preocupação sempre foi a liberdade e honestidade, ela jamais deixar de dizer o que ela pensa, custe o que custar, doa a quem doer, tenha a consequência que tiver. E eu, que sempre fui adepta de uma polidez britânica, sempre me choquei com esse jeito honesto demais dela. Além do que, com ascendente em aquário, tinha o combustível perfeito para alavancar todo seu lado de fogo aventureiro. Tipo, eu cansada querendo tomar um sorvete, e ela querendo escalar uma montanha (!!!!). mãe? Não! Sempre treta.

Uma mãe super diferentona. É assim que a definimos. Para mim sempre foi difícil aceitar porque sou de uma essência muito conservadora e sempre fui do tipo “tradição e família”, que sentia muita falta de ter uma mãe que “enchesse a casa com flores” e me “chamasse pra um chá”.  Que me levasse na escola, e me desse um beijo desejando uma boa aula, como “a maioria das mães dos meus colegas”. Mas ela nunca foi assim, e durante muito tempo eu cultivei uma mágoa boba, fundada na ideia de que ela não era a mãe que eu gostaria de ter.

Até o dia que eu o percebi o quanto me tornei uma pessoa melhor na convivência dela. O quanto eu teria sido individualista e quadrada se não tivesse sido criada e influenciada pelas suas ideias. O quanto eu seria medrosa, se não fosse a coragem que ela sempre me inspirou. Uma vez, quando estava em um momento muito difícil com um grupo de amigos, quase nenhum pai/mãe apareceu para dar apoio, mas é claro que a minha mãe estava lá. Porque ela é do tipo defensora, e se achar que foi cometida uma injustiça, ela realmente não tem medo de questionar quem quer que seja. Até hoje lembram dela como “a mãe + firmeza!”, risos. E ela é mesmo. Uma mãe que sempre esteve lá quando eu mais precisei.

Nunca me esqueço do momento em que estava em uma situação muito perigosa. Era um conflito e todo mundo ao meu redor estava fugindo, mas eu não estava com medo. Eu queria ajudar as pessoas. Porque lembrava dela, e de como ela já enfrentou situações muito difíceis com uma honestidade intelectual e um espírito altruísta de dar inveja. E naquele dia, quando me perguntaram como conseguia não sentir medo, eu tive orgulho de dizer que é porque minha mãe sempre me ensinou a ter coragem.

Essas coisas forma me dando à clareza que eu precisava para ver o valor da minha mãe que eu nunca enxerguei porque estava esperando que ela fosse outra pessoa. E quando eu pude finalmente ver, senti vergonha de qualquer dia a ter rejeitado. Porque ela foi e sempre vai ser aquele oposto que me complementa. Aquele fogo que faz eu pegar no gatilho, aquela treta que faz eu amadurecer 1000 anos em um dia. Um maravilhoso privilégio.

Eu apesar de ter tomado todas as minhas decisões de vida diferente do que ela teria tomado, hoje eu vejo em mim tantos traços dela que nem consigo mais dissociar sua influência de minha vida. São tantas lembranças, tantos aprendizados, tantos erros cometidos e amadurecidos. A oportunidade de ter crescido com essa referência de mulher forte foi o maior presente que a vida me deu. Para eu aprender a ser forte também, a minha maneira. E hoje eu procuro sempre honrar todo o esforço dedicado na minha criação, tentando cultivar no mundo um pouco do espírito dela, tendo a coragem de ser quem eu sou, independente do que o mundo espera.

E eu sei que é a única coisa que realmente, ela deseja para mim.

Eu li esse post da Thais, e fiquei muito inspirada a fazer o mesmo. é um exercício delicioso que com certeza faz a gente enxergar como nossas mães são mais determinantes em nossas vidas do que a gente as vezes sequer possa imaginar.


arquivado em


ondas


Oi, sou Jess. Seja bem vindx ao meu espaço virtual! Aqui eu compartilho pequenos registros dos meus dias, pensamentos soltos e inspirações para uma vida mais simples e autoral. Sinta-se a vontade para ler, comentar e interagir. :)

Follow

s5 s4 s2 s1 s6licejess@gmail.com

leia sobre
celebração
receitas
casa
estilo
beleza
produtividade
lugares
séries
auto conhecimento
música
em exercício do contentamento